Estão marcados para hoje (20) os testemunhos de Ivo da Motta Azevedo Correa, ex-subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil; Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação; Felipe Daruich Neto, diretor do departamento de Programas Sociais da Secretaria do Orçamento Federal; e Bruno Moretti, ex-secretário executivo adjunto da Casa Civil.
Na semana passada, foram ouvidas 15 testemunhas, a maioria analistas dos ministérios do Planejamento e Fazenda e do Tesouro Nacional, que foram questionados sobre os detalhes técnicos em torno dos decretos de crédito suplementar e dos atrasos nos pagamentos de equalização de juros do Plano Safra aos bancos públicos, atos que embasam a acusação contra Dilma.
Foram ouvidos também na semana passada os ex-ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e da Educação, José Henrique Paim. Ambos negaram que os decretos de crédito suplementar tenham tido efeito no cumprimento da meta fiscal aprovada pelo Congresso, em janeiro de 2015. Os atos foram assinados por Dilma entre julho e agosto de 2015, alguns deles em favor de institutos federais de educação.
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